Fiz uma reclamação contra o Laboratório…
Fiz uma reclamação contra o Laboratório de Ciências Forenses e Psicológicas Egas Moniz em junho de 2024. Embora tivessem acusado a receção da mesma e feito várias insistências, nunca obtive resposta.
Assim sendo, reclamei junto da Direção do referido laboratório. O resultado foi o mesmo: total ausência de resposta. Perguntei então quem seria a entidade que tutela o Laboratório e disseram-me ser a Egas Moniz School of Health and Science.
Obtive através de contacto telefónico com a Sra. Margarida (...) o endereço eletrónico para onde devia enviar a reclamação dirigida à Escola e enviei a reclamação no dia 14 de janeiro de 2025.
Não tendo obtido resposta, enviei novo e-mail, ao cuidado da Sra. Margarida (...), tendo ficado até hoje sem resposta.
Decidi telefonar. Falei com a Sra. Josefina (...) que me pediu para aguardar enquanto via o estado da reclamação que tinha feito para a Escola. Qual não é o meu espanto quando passado alguns minutos me atende uma pessoa que diz ser o Laboratório. Entende esta funcionária da Direção da Escola que as reclamações feitas para a Escola, *contra* o Laboratório, devem ser enviadas para o Laboratório...
Adiantou que a sua colega Margarida não estava. Teve uma reunião no exterior e... (interpretação minha) foi de fim-de-semana mais cedo.
Perguntei que entidade tutelava a Escola, e a Sra. Josefina (...) disse que não existia. Que a Escola se tutelava a si mesma(!)
Perguntei se podia passar a chamada ao seu superior hierárquico, mas também não podia, pois também não estava (sexta-feira à tarde....)
Perguntei o nome do seu superior hierárquico e recusou-se a dizer-me. Disse que "o seu superior hierárquico" era a Direção da Escola. Pedi que passasse a chamada para a Direção da Escola e ela disse que o número era o mesmo de onde me estava a atender... Surreal, mas não ficou por aqui.
Perguntei-lhe se eu era o culpado por estar há meses à espera de uma resposta da Escola, a senhora disse que não, mas que não podia fazer nada.
Eu disse-lhe que a senhora representava a Escola e ela disse que sim, claro, mas não podia fazer nada. É caso para perguntar o que é que a senhora ali está a fazer, então.
Por fim disse-me que não podia "alimentar mais aquela conversa" e que tinha de ir para uma reunião. Havia pessoas à espera dela. Já eu, que estou à espera de uma resposta há mais de 6 meses, não mereço a sua consideração.
Há de facto indivíduos de castas diferentes em Portugal: a escumalha que pode ficar meses à espera sem uma palavra, e os senhores que não podem esperar uns minutos.
Disse-lhe que as reclamações que finalmente fizesse junto das entidades responsáveis e redes sociais seriam da sua responsabilidade, ao que respondeu: "Sim, faça, obrigado!"
Há de facto pessoas com empregos dourados...



